sexta-feira, 7 de novembro de 2008

III OLIQUIM


O MAIOR EVENTO DO CURSO DE QUÍMICA JÁ REALIZADO NA UNOPAR!!!


MAIS DE 800 INSCRITOS!!!


MAIS DE 60 PESSOAS ENVOLVIDAS NA APLICAÇÃO DAS PROVAS!!!










E POR ÚLTIMO OS ORGANIZADORES DO EVENTO:


AH!!! E ANO QUE VEM ESTAREMOS AQUI DE NOVO

IV OLIQUIM NOS AGUARDA...

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

SÓ PARA DESCONTRAIR!!!


Bom ENADE para todos!!!
Equipe Blogquim!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

TOP 10 DICAS PARA FICAR MAIS INTELIGENTE


Enquanto o seu Q.I. parece ser determinado geneticamente, portanto imutável, há ainda várias maneiras ficar mais inteligente, maximizando a sua inteligência funcional. Use bem a lista abaixo, pois estará investindo no seu maior patrimônio, sua mente.

10. Coma peixe
Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada.


9. Beba chá
A cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente. Não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.


8. Sem pânico
Enquanto um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo, períodos de estresse intenso nos transformam em neandertais. Tente controlar a sua respiração.


7. Mais devagar
Não existe o fenômeno anunciado por aí chamado de “leitura dinâmica”. Ao menos se o seu conceito de “leitura” significa compreender o texto. Estudos mostram que os leitores rápidos vão muito pior quando questionados sobre o texto. A resposta motora da retina, e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima. O estudante universitário comum alcança,cerca da metade disto.


6. Mantenha-se afiado
Pesquisadores italianos descobriram que pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários. Os pesquisadores pensam que exercícios possam melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.


5. Pratique
Pratique os tipos de questões que aparecem nos testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.


4. Zzzzzz
Tirar uma soneca rápida no escritório pode deixar seu chefe irritado? Informe-o que você, na verdade, merece uma promoção de acordo com os últimos resultados dos estudos sobre o sono. Um breve cochilo pode melhorar a sua memória, mesmo que dure apenas seis minutos.


3. Jogue videogame *
Todo mundo que implorou por um videogame agora vai conhecer o melhor argumento para conseguir um: “Você não quer que eu tenha uma coordenação visual e motora inferior, quer?” Agora você pode falar que alguns jogos o tornam mais inteligente assim como o Brain Age, da Nintendo. Depois de esforços cuidadosos os jogadores “sentem seus cérebros rejuvenescerem”.


2. Exercícios
Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos. Em crianças o ponto alto foi o de levar a melhores performances em exames cognitivos.


1. Descubra
Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro, especialmente se você acredita que pode aprender novas coisas. É um círculo vicioso: Quando você pensa que está tornando-se mais inteligente, você estuda mais, criando mais conexões entre os neurônios.
Fonte: Hypescience

terça-feira, 14 de outubro de 2008

20 COISAS SOBRE A TERRA QUE VOCÊ NÃO SABE!

Novas tecnologias, estudos mais aprofundados permitem aos cientistas brindar-nos com novas curiosidades relacionadas ao planeta em que vivemos. Pode parecer bobagem saber que determinado fenômeno irá acontecer daqui a 10 mil anos, mas o que resulta extremamente interessante é saber que tal fenômeno existe.


1. A gravidade não é uniforme:
Ainda que os cientistas desconheçam o motivo, o verdadeiro é que a força gravitacional varia à medida que nos deslocamos pelo planeta, de maneira que nosso peso não é objetivamente o mesmo no Brasil e em Portugal, por exemplo. Crê-se que as causas podem estar relacionadas às profundas estruturas subterrâneas e ter alguma relação com a aparência da Terra num passado longínquo. Atualmente, dois satélites gêmeos do programa GRACE escrutam meticulosamente o planeta para elaborar um mapa gravitacional mais detalhado.


2. A atmosfera foge:
Algumas moléculas situadas no limite da atmosfera terrestre incrementam sua velocidade até o limite que lhes permite escapar da força gravitacional do planeta. O resultado é uma lenta, mas constante fuga do conteúdo de nossa atmosfera para o espaço exterior. Devido a seu menor peso atômico, os átomos soltos de hidrogênio atingem sua velocidade de escape com mais facilidade e sua saída para o espaço é a mais freqüente. Felizmente para a vida em nosso planeta, o abundante oxigênio preserva a maior parte do hidrogênio bloqueando-o em moléculas de água e o campo magnético da Terra protege o planeta da fuga de íons.


3. A rotação não é constante:
A velocidade com que a Terra gira sobre seu próprio eixo não é constante, senão que sofre pequenas alterações que fazem variar a duração de nossos dias. Mediante a sincronização de diferentes radiotelescópios desde diferentes latitudes, e graças aos modernos sistemas de GPS, os cientistas conseguiram medir com precisão estas pequenas variações na velocidade de rotação e constataram que a maior delas se produz entre os meses de janeiro e fevereiro, quando os dias são mais longos por uns poucos milésimos de segundo. Esta variação deve-se à interação gravitacional da Terra e a Lua, mas também pela forte atividade da atmosfera no hemisfério norte e a fenômenos meteorológicos como "El Niño". Por pôr um exemplo, alguns experientes acham que a tsunami da Indonésia reduziu a duração do dia em 2,68 milionésimos de segundo.


4. Os cintos de Van Allen:
Ao redor da Terra existem zonas de alta radiação – uma interior e outra exterior - denominadas cinturões de Van Allen (em honra ao seu descobridor) e situadas a uma altura de 3.000 e 22.000 km sobre o equador. Estes cinturões são formados por partículas de alta energia, sobretudo prótons e elétrons, cuja origem esteja provavelmente nas interações do vento solar e dos raios cósmicos com os átomos constituintes da atmosfera. A potência da radiação é tal que os cinturões são evitados pelas missões espaciais tripuladas, dado que poderiam aumentar o risco de câncer dos astronautas e prejudicar gravemente os dispositivos eletrônicos. Em 1962, os cinturões de Van Allen foram alterados pelos testes nucleares dos EUA no espaço o que provocou que vários satélites ficassem de imediato fora de serviço.


5. A Terra e a Lua distanciam-se:
Desde há vários milhões de anos que a Lua está se afastando da Terra a um ritmo lento, mas constante. Os cientistas calculam que a taxa de afastamento é de uns 3,8 centímetros ao ano, o que em longo prazo chegará a levar a Lua até uma distância crítica. No entanto, os astrônomos acham que dentro de 5 bilhões de anos, quando o Sol se converterá numa gigante e vermelha atmosfera em expansão, provocará que o processo se reverta. A Lua voltará a aproximar-se da Terra e acabará por se desintegrar ao superar o denominado limite de Roche (18.470 quilômetros sobre nosso planeta) explodindo em mil pedaços e formando um espetacular anel, como o de Saturno, ao redor da Terra.


6. Marés na atmosfera:
Ainda que o efeito seja quase inapreciável, uma variação de parcos 100 microbares, os cientistas comprovaram mediante detalhadas medições estatísticas que a força da Lua não só desloca os mares e a terra senão também a massa de ar que rodeia nosso planeta. Ainda que o movimento seja tão pequeno que mal supõe 0,01 por cento da pressão normal na superfície, o dado revela que o poder gravitacional da Lua é capaz de mudar muita coisa.


7. Um estranho "bamboleio":
O denominado "bamboleio de Chandler" é o único movimento da Terra para o qual ainda não existe uma explicação convincente. Descoberto em 1891 pelo astrônomo Seth Carlo Chandler, trata-se de uma variação irregular no eixo de rotação da Terra que provoca um deslocamento circular entre 3 e 15 metros ao ano nos pólos terrestres. Sobre este movimento foram lançadas todo tipo de teorias, inclusive que causa o movimento das placas tectônicas, terremotos e erupções. Ou ainda que detona fenômenos como "El Niño" ou o aquecimento global. Em julho do ano 2000, uma equipe de cientistas estadunidenses anunciou que a causa do bamboleio estava nas flutuações de pressões no fundo do oceano. Segundo esta teoria, este movimento no fundo dos mares mudaria a pressão exercida sobre a superfície terrestre, e provocaria o estranho bamboleio dos pólos. Suas teorias ficaram no ar após que entre janeiro e fevereiro de 2006 laboratórios de todo mundo comprovassem que o movimento tinha cessado por completo, numa anomalia que ainda não souberam explicar.


8. A Terra é um grande circuito elétrico:
Perfeitamente localizados a ambos lados do equador, a Terra dispõe de oito circuitos fechados de corrente elétrica que permitem a troca de carga entre a atmosfera e a superfície através de fluxos verticais. Em condições de bom tempo, os cientistas observaram um fluxo de carga positivo que se move desde a atmosfera para a Terra por causa da carga negativa de nosso planeta. Depois de anos de observação do comportamento das tormentas e as variações na ionosfera, a hipótese preferida hoje pelos cientistas é que este fluxo descendente de corrente positiva é contrária aos elétrons que são tranferidos à Terra durante as tormentas. Mesmo assim, ainda falta uma explicação plausível com relação a forma em que as variações na ionosfera afetam à formação de tormentas.


9. 30 mil toneladas de material cósmico caem a cada ano na atmosfera:
Segundo dados do space.com, a quantidade de pó cósmico que cai a cada ano na Terra supera as 30 mil toneladas. A maior parte deste material procede do cinturão de asteróides situado entre Marte e Júpiter. Os fragmentos provem dos constantes choques entre asteróides e são arrastados para o interior do sistema solar. Uma boa quantidade deles estão entrando permanentemente em nossa atmosfera.


10. Os pólos magnéticos da Terra mudam constantemente de lugar:
O campo magnético da Terra varia no curso de eras geológicas, é o que se denomina variação secular. Durante os últimos cinco milhões de anos efetuaram-se mais de vinte mudanças e a mais recente foi há 700 mil anos. Outras inversões ocorreram há aproximadamente 870 e 950 mil anos. Não se pode predizer quando ocorrerá a seguinte inversão porque a seqüência não é regular. Certas medições recentes mostram uma redução de 5% na intensidade do campo magnético nos últimos 100 anos. Mantido este ritmo, os campos voltaram a se inverter dentro de uns 2 mil anos.


11. A Terra é mais lisa que uma bola de bilhar.
É possível que você já tenha ouvido a afirmação de que se a Terra fosse reduzida ao tamanho de uma bola de bilhar seria inclusive mais lisa que esta. Uma bola de bilhar tem aproximadamente 5.7 cm de diâmetro com um desvio de +/- 0.01 cm. Tendo em conta que a Terra tem um diâmetro de 12.735 quilômetros, e sem contar mares e montanhas, poderia ser dito que nosso planeta é bastante liso. Mas o mais surpreendente é que ainda contando com o ponto mais alto, Everest (8.850 m), e o mais profundo a fossa das Marianas, -11.000m), os parâmetros da Terra estariam dentro do aceitável para uma bola de bilhar, assim que por sua vez a lenda urbana é verdadeira.


12. A Terra é abaulada.
Muito bem, a Terra é lisa, mas é suficientemente redonda? Como todos sabem, nosso planeta não é uma esfera perfeita, e isso se deve a seu próprio movimento giratório. A força centrífuga provoca que o planeta se curve ligeiramente em forma de esferóide oblato, de maneira que se medirmos o diâmetro entre os polos e o compararmos com o diâmetro do Equador, obtém-se uma diferença de 42,6 quilômetros. E isso é muito mais do que admitiríamos para uma bola de bilhar.


13. A Terra não é tão abaulada.
No entanto, dizer que a Terra é um esferóide oblato pode ser um exagero. Para definir sua forma devemos levar em conta as forças gravitacionais do Sol e da Lua. Nosso satélite, por exemplo, é capaz de elevar até um metro o nível do mar e "é possível" que uns 30 centímetros de terra firme. Esta força é muito menos potente que a da rotação da Terra, mas segue existindo. Outras forças que atuam sobre nosso planeta são a pressão causada pelo peso dos continentes ou a elevação que provocam as placas tectônicas, mas em resumo, ainda que não seja uma esfera perfeita, se a segurássemos numa mão como se fosse uma bola de bilhar, dificilmente perceberíamos a diferença.


14. A Terra também não é exatamente um geóide.
Se concluímos que a Terra é um objeto com forma "quase esférica ainda que com um ligeiro achatamento em seus pólos", então deveríamos afirmar sem medo que se trata de um geóide. Mas também não é. Ao menos exatamente. Se nosso planeta estivesse completamente coberto por água, o que não demorará muito a acontecer do jeito que vamos, então a superfície seria um geóide. Mas como os continentes não são tão dúcteis, a forma da Terra só se aproxima ao de um geóide. Para solucionar este assunto, entre outros, foi enviado ao espaço um satélite chamado GOCE que explorará as forças gravitacionais e a forma do planeta.


15. Que aconteceria se saltássemos num buraco que atravessasse o planeta pelo núcleo?
Morreríamos, evidentemente. Mas vamos supor que fossemos feitos de algum material mágico que nos permitisse sobreviver à queda de 13.000 km, demoraríamos 20 minutos em chegar ao interior da Terra e outros 20 minutos em chegar ao exterior pelo outro extremo. O problema é que antes de chegarmos à superfície voltaríamos a cair, e esta viagem de ida e volta se repetiria uma e outra vez durante toda a eternidade.


16. Por que o interior da Terra é quente?
A primeira fonte de calor remonta-se à formação de nosso planeta: o choque dos primeiros planetas teria provocado uma quantidade de energia suficiente para transformar nossa incipiente Terra numa bola de fogo. A contração provocada pela gravidade teria gerado um segundo aumento da temperatura, ao que há que somar o deslocamento dos metais mais pesados para o núcleo e a presença de elementos radioativos, como o urânio. Sem esquecer, ademais, que a crosta terrestre é um excelente isolante, capaz de conservar o calor durante os últimos 4 bilhões de anos.


17. A Terra tem ao menos cinco satélites naturais.
Bom, em realidade não. Além da Lua, há outros quatro objetos, ao menos, que têm sua órbita relacionada à da Terra no sistema solar, mas não são propriamente satélites. O maior de todos estes objetos, Cruithne, tem 5 quilômetros de diâmetro e traça uma órbita realmente estranha desde nosso ponto de vista. Este asteróide, como os outros três, órbita em realidade ao redor do Sol e, de acordo com a Wikipédia, "compartilha a órbita da Terra de maneira não estável, isto é, não será assim para sempre, com um movimento tal que impede que se choque contra ela, ao menos nos próximos milhões de anos". Melhor bater 3 vezes na madeira.


18. A Terra está engordando.
Em sua viagem ao redor do Sol, nosso planeta está levando adiante ingentes quantidades de lixo estelar, desde pequenos asteróides até o pó cósmico que vemos cruzar o céu nas noites de verão. Ao todo, a cada dia caem a nosso planeta de 20 a 40 toneladas deste material, suficiente para encher um edifício de seis andares ao longo de um ano. Esta quantidade representa só o 0.0000000000000000006% da massa de nosso planeta e seriam necessários 450.000 trilhões de anos para dobrar a massa da Terra deste modo. Apesar de que é pouco, e de que a atmosfera também perde massa por sua vez, o balanço é positivo para a Terra e podemos dizer que ela está, a cada dia, mais gordinha.


19. O monte Everest não é a montanha mais alta.
Se medimos a altura de uma montanha em termos mais justos, os 8.850 metros do Everest não bastariam para creditar-lhe como o maior do planeta, dado que o vulcão Mauna Kea, no Hawai, mede 10.314 metros desde sua base, nas profundidades marinhas, até o cume. Só sobressai 4.205 metros sobre o nível do mar, mas se considerarmos o todo é bem maior que o Everest e ademais tem um observatório em seu cume.


20. Destruir a Terra é bastante complicado.
O que seria necessário para vaporizar um planeta como a Terra? Se definimos vaporizar como transformar em pedaços tão pequenos que se dispersem e não possam se unir de novo pela gravidade, a quantidade de energia necessária seria descomunal. Se quiséssemos desintegrar a Terra mediante bombas nucleares, por exemplo, seria necessário um grande arsenal e um montão de tempo. Se explodíssemos todas as bombas nucleares existentes em nosso planeta a cada segundo, levaria 160 mil anos para converter a Terra numa nuvem de gás no espaço. Inclusive as grandes colisões estelares não bastam para desmaterializar um planeta. A Terra recebeu o impacto de um objeto do tamanho de Marte há vários milhões de anos e o lixo resultante formou a Lua, mas não nos apagou do mapa. É por isto que o raio da Estrela da Morte em Star Wars não é ficção científica, senão simples fantasia. A quantidade de energia necessária para desintegrar um planeta é muito elevada, inclusive para o Lado Negro da Força.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

MATERIAIS DE PESQUISA

Acessem o link abaixo:
http://www.4shared.com/dir/5041985/b47b8189/Quimica.html

Aqui tem materiais de pesquisa muito interresante que poder ser usados no dia-a-dia acadêmico e para nossa vida.

O Prof. Paulo Vaz e os organizados desejam a todas uma boa leitura e aprendizado!!!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

ARTIGOS CIENTÍFICOS - REVISTA QUÍMICA NOVA NA ESCOLA (SBQ)

ATENÇÃO!
Segue o link abaixo para acesso das materias da Química Nova na Escola, é muito interessante, tem varias materias que podem ser usados pelos futuros professores e também para trabalhos.
Olhem as materias e enriqueçam seu conhecimento....
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http://www.fabianoraco.oi.com.br/periodicos_qnesc.htm
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Contribuição do Paulo Vaz....

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

REVISTA BRASILEIRA DE PICARETOLOGIA QUÍMICA

HISTÓRIA DA QUÍMICA

A origem das letras s, p, d e f para os orbitais.
Depois de muito pesquisar em artigos publicados ainda no longínquo século XIX, pude perceber e onde se originam as letras usadas modernamente para indicar os orbitas atômicos.
s veio de "sacação": realmente a idéia de orbital começou com um chute brutal, uma idéia meio maluca de probabilidade de encontrar o elétron. Vejam só que besteira! É a mesma coisa de dizer que você não sabe onde se encontra. No planeta Terra, é claro. Exceto os químicos que estão trabalhando nas luas de Júpiter, mas isso é outro assunto.
p veio de "porra, como não pensei nisso antes": refere-se ao fato de que um orbital pode ser orto, e não apenas esférico. O orbital pode se assemelhar a um halteres (nunca vi halteres daquele ipo, mas tudo bem!). Aprendi que se o livro diz que aquilo é um halteres, então é!
d veio de "danou-se": novos orbitais foram descobertos e a coisa começou a ficar mais complicada. Formatos estranhos de orbitais e hibridizações mais malucas. Uma verdadeira zona!
f veio de "fogueira" (você pensou que veio de foda-se, né?): completamente emputecidos com os rumos que os orbitais e seus elétrons estavam tomando, diversos químicos tomados por um ódio
maotsetungiano resolveram queimar os livros que tentavam explicar os elétrons sob um prisma (achei bonito isso) determinístico.
Depois disso tudo, cansados de tanta confusão, resolveram seguir o alfabeto e aceitar g, h, i etc para os próximos orbitais a serem descritos. (texto baseado no livro "Why spdf?" de Hélio frâmio,
Ed. Nobres Gases, São Paulo, 1968)

Acessem o link: http://www.humornaciencia.com.br/quimica/picaretologia-quimica.html
e vejam outras materias muito divertidas.

Contribuição do nosso Prof. Claudio Aguiar

domingo, 28 de setembro de 2008

FÍSICA QUÂNTICA

Entenda as diversas interpretações da física quântica
por Osvaldo Pessoa Jr.

O viajante interplanetário Astrobigobaldo passava o feriado nas praias de metano de Titã, a lua de Saturno, mas estava ansioso por causa da final da Copa do Mundo. Com seu radinho de pilha ele conseguia ouvir a transmissão da Terra, mas demorava 70 minutos para o sinal chegar em Titã. Resolveu então tentar usar a famosa “não-localidade quântica” para receber a informação instantaneamente!Instruiu seu fiel companheiro Isqüertibeleléu para pousar em Ganimedes, a maior lua de Júpiter, que na época estava a meio caminho entre Titã e a Terra. Isqüerti levava consigo um gerador de partículas emaranhadas, que são aquelas partículas quânticas que mantêm uma espécie de unidade, mesmo quando separadas à distância. Fazendo uso dessa “não-localidade quântica”, Astrobigo tinha esperança de ficar sabendo do resultado da partida de futebol logo após seu encerramento. Na Terra, combinou com Bibocabibes, seu oásis de alegria humana, como ela deveria proceder para lhe transmitir a informação.Antes de explicar o seu método, precisamos rever algumas noções de física quântica. Dentre as várias propriedades das partículas, está seu “spin” (que pode ser pensando como a direção e sentido de um imã). Quando esta propriedade é medida, geralmente obtém-se um dentre dois valores, +1/2 ou -1/2 (correspondente ao Norte e ao Sul do imã; ver o texto “Onde está o Átomo de Prata?”. Se a partícula for preparada no estado N, o valor medido é sempre +1/2, e se for preparada em S, o valor é -1/2. Na física quântica, porém, sabemos que a partícula pode ser preparada numa superposição de N e S. Desprezando constantes numéricas (coeficientes de normalização), podemos representar esse estado por: N + S. Neste caso, qual será o resultado da medição de spin? Os valores possíveis continuam os mesmos (+1/2 ou -1/2), mas agora cada um tem probabilidade de 50% de ocorrer. Há, na verdade, uma simetria nessa situação. O estado superposto N+S pode ser pensado como um imã apontando para oeste O, ao passo que o estado ortogonal a ele seria leste: L = N-S. Se o aparelho de medição for girado em 90°, e o estado inicial da partícula for O = N+S, então o resultado da medição dará com certeza o resultado +1/2.
Vamos supor que as partículas geradas por Isqüertibeleléu não estivessem correlacionadas ou emaranhadas, mas que fossem independentes. Neste caso, seu estado poderia ser fatorado (dividido) em duas partes separadas: (N+S)1·(N+S)2. O que esta notação diz é que a partícula 1 está no estado superposto (N+S) e a partícula 2 também. Poderíamos escrever O1·O2, se quiséssemos. Neste caso, quando Biboca medisse o estado da partícula que chega na Terra, ocorreria um colapso apenas no estado da partícula 1: se o valor obtido por ela fosse +1/2, o estado colapsado do par de partículas seria: N1·(N+S)2. Nada mudou no estado da partícula 2 em Titã. (Para a noção de colapso, ver o texto “O Problemático Colapso da Onda”. No entanto, as partículas que saem do gerador estão correlacionadas num estado quântico muito diferente: P = N1·S2 - S1·N2. Este estado não é fatorável. Agora, quando Biboca mede o estado da partícula 1 na Terra, e obtém o resultado +1/2, correspondendo ao estado N1, o estado colapsado será N1·S2. Isso significa que a partícula 2, em Titã, está agora no estado S, de tal forma que se Astrobigobaldo medir o spin nesta direção, obterá com certeza o valor -1/2.
Mas notem que interessante: se Biboca não tivesse feito sua medição na Terra, o estado global continuaria sendo P, e Astrobigo não poderia ter certeza de nada com relação à sua medição. Mas só o fato de Biboca ter adquirido um bit de informação na Terra permitiria a Astrobigo ter certeza quanto ao resultado de uma medição em Titã (claro está, porém, que ele não tem como saber instantaneamente qual é o resultado obtido na Terra, pois ele só poderia saber depois de 70 minutos). A questão metafísica é a seguinte: será que o ato de aquisição de informação, na Terra, pode alterar instantaneamente a realidade em Titã? A resposta afirmativa equivale à aceitação da não-localidade quântica. Uma resposta negativa, segundo Bell, teria que passar por um abandono da noção usual de realidade para o mundo microscópico.
Como o nosso viajante interplanetário poderia aproveitar o fenômeno de não-localidade (como quer que ele seja interpretado) para receber a informação instantaneamente da Terra? O problema é que Bibocabibes não consegue controlar qual vai ser o resultado obtido em sua medição: se ela obter o resultado N, com certeza Astro obteria S, mas Biboca poderia obter o resultado S com igual probabilidade. Ela não tem como imprimir o resultado do jogo no resultado da medição. Assim, nosso viajante em Titã não conseguirá descobrir nada a respeito de quem ganhou a Copa do Mundo.
Mas Astrobigobaldo não tem um nome tão comprido à toa: ele tem outra estratégia para obter a informação desejada. Já vimos que, aqui na Terra, Bibocabibes pode girar seu aparelho em 90°, e medir o spin na direção perpendicular. Conseqüentemente, se obtiver como resultado da medição o valor +1/2, sua partícula passará a estar no estado O (oeste), e se obtiver -1/2, sofrerá um colapso para o estado L (leste).
Antes da medição, o estado é o mesmo P = N1·S2 - S1·N2, mas este estado quântico tem uma simetria que nenhum estado clássico consegue ter. Tal simetria aparece quando substituímos N e S por O e L, segundo a receita N = O+L, S = O-L. O resultado obtido é P = L1·O2 - O1·L2, que tem a mesma forma que a versão anterior (quem fizer a conta obterá um fator 2 que surge porque não usamos coeficientes de normalização). Ou seja, a função de onda global das duas partículas tem simetria cilíndrica, ou seja, é a mesma qualquer que seja o ângulo de medição considerado. Entender esta simetria é um elemento chave para entender as discussões relacionadas com a não-localidade quântica.
A estratégia de Astrobigobaldo então é a seguinte: se o time X vencer a Copa do Mundo, Biboca fará sua medição a 0° (sem girar o aparelho), e com certeza, em Titã, a partícula estará ou no estado N ou em S; se o time Y ganhar, Biboca girará o aparelho em 90°, e a partícula em Titã terminará nos estados O ou L.
Tudo o que Astrobigo tem que fazer é descobrir qual é o estado da partícula 2 em Titã. Mas é aí que surge o problema: como conseguir isso? Suponha que Astro tenha feito a medição sem girar seu aparelho, e obteve o resultado +1/2, correspondente ao estado N. Isso pode corresponder a duas situações: ou o estado da partícula em Titã era de fato N (antes da medição), e assim a probabilidade de obter o resultado era 100%, ou o estado era O (ou L), caso em que a probabilidade de obter o mesmo resultado seria 50% (pois O=N+S). Com uma única medição, Astrobigo não tem como discernir entre essas duas situações. Ou seja, sua medição nada revela sobre a escolha de Bibocabibes.
Uma última tentativa seria enviar simultaneamente mil partículas, e fazer as medições simultaneamente para todas, mas isso também não ajudaria em nada (o comportamento de cada par de partículas seria independente dos outros pares). A única esperança seria se Astrobigo pudesse amplificar o estado da partícula em Titã, e obter mil cópias idênticas a ela. Tal amplificador, porém, é impossível de construir!
Em suma: Astrobigobaldo precisou esperar 70 minutos para saber o resultado do jogo. Mesmo se interpretarmos a física quântica de tal maneira a supor que o colapso da onda quântica é instantâneo e não-local, não conseguimos transmitir informação de maneira controlável entre dois pontos distantes. Veremos, porém, que essa não-localidade quântica (como quer que ela seja interpretada) traz uma surpreendente novidade, com relação à nossa capacidade de realizar computações.
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Mais informações acessem o link: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/fisicaquantica.htm
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Contribuição do Grande Paulo Vaz..... Sempre ligado no Blog.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Resultado do 1º Desafio BLOGQUIM!

Após uma semana do lançamento do desafio proposto por Einstein, foi possível confirmar a teoria de que apenas 2% da população é capaz de resolver o teste. Segue a baixou a lista das pessoas que conseguiram e nos enviaram a resposta do desafio:

Josemar Souza

Guilherme Vendrametto

Ricardo Ellensohn

Dario Wender

Renata Sgorlon

Larissa Kawassaki

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A organização do Blog parabeniza a todos que conseguiram resolver o teste e acessam o blog.
E para quem não conseguiu, não se preocupe, pois haverá novos desafios. E lembre-se, o importante é participar!

A máquina do Big Bang

Cientistas do mundo todo comemoraram o fato de ter corrido tudo bem ao ser ligado, nesta quarta-feira, o gigantesco colisor partículas que pretende recriar as condições do Big Bang, a grande explosão que teria dado início ao universo.

Tem videos no site!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

GERAÇÃO EXPONTÂNEA?

Explicação: Parece geração espontânea, mas não é. Eles estão usando uma substância no fundo de cada copo chamada Poliacrilato de Sódio, um polímero superabsorvente usado em fraldas descartáveis. O Poliacrilato de Sódio pode aumentar em centenas de vezes seu tamanho quando em contato com água. Repare no fundo de cada copo pequenos cristais brancos.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sociedade Brasileira de Química Boletim Eletronico Nº798

Conselho da Capes discute a formação de professores

Falta de docentes nas áreas de química, física, sociologia e filosofia afeta qualidade. O Conselho Técnico-Científico da Educação Básica (CTC- EB), composto por servidores do MEC, da Capes e de representantes de universidades federais do país, se reuniu na última terça-feira em Brasília para discutir a importância da formação dos professores. O CTC tem como objetivo decidir diretrizes para a formação continuada do profissional do magistério da educação básica. "Devemos ir à raiz do problema, à formação dos professores. São cerca de 15 a 20 mil vagas em química e física, que não são preenchidas todos os anos nas universidades federais. O vestibular é visto como algo fora da realidade da educação do país, afirma o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, na abertura da reunião do CTC.
A falta de professores na educação básica foi um dos destaques da reunião, falta que ocorre principalmente nas áreas de química, física, sociologia e filosofia. Segundo Guimarães, a falta de professores qualificados afeta diretamente na qualidade da educação básica e o maior desafio está no ensino fundamental."Nós temos que desenvolver propostas, mecanismos para formatar o processo de formação dos educadores do ensino fundamental e estamos estudando como expandir um programa forte na linha de bolsas para atividades acadêmicas, sobretudo na área de licenciatura", destacou Guimarães.
O diretor de Educação a Distância da Capes, Celso José da Costa, falou sobre a universidade aberta e seu papel na formação de professores e afirmou "nós queremos que exista uma qualidade no nível das instituições abertas. Estamos desenvolvendo um grande processo de acompanhamento da implementação dos pólos da universidade aberta em todo o território nacional".
A próxima reunião do CTC da Educação Básica está prevista para o dia 15 de setembro em Brasília.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Capes

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

1º Desafio BLOGQUIM!!!

No final do século passado, Einstein propôs um problema que, segundo ele, 98% da população mundial não seria capaz de resolver. Se gosta de testes de QI, asseguro que este é um dos mais difíceis que poderá encontrar! Há cinco casas de diferentes cores. Em cada casa mora uma pessoa de uma diferente nacionalidade. Os cinco proprietários bebem diferentes bebidas, fumam diferentes tipos de cigarros e têm diferentes animais de estimação.

O nosso desafio é: quem será a primeira pessoa a resolvê-lo e quantas pessoas conseguirão resolve-lo em uma semana.


Quem resolver, tire um PrinScreen da pela e envie para gente, nosso e-mail você já sabe: jmarls@gmail.com ou grvendrametto@gmail.com

Click no Link abaixo para baixar o arquivo do jogo:

>>CLICK AQUI!<<

sábado, 6 de setembro de 2008

Dependentes químicos

De nada adiantou a família avisar essas pobres pessoas, elas mesmo assim insistiram seguir no submundo da química. Veja esses impressionantes relatos:

M.S.D. comenta a sua escolha "Não foi por falta de aviso, mas me perdi no mundo da química e agora sou dependente."

D.R.T. já não encontra mais solução"Até os 17 anos tudo ia bem, mas os colegas me influenciaram, atualmente estou completamente dependente..."


F.P. alerta "Tenham todos muito cuidado! Este é um caminho sem volta. Agora minha percepção de mundo está completamente alterada, não consigo mais ser a mesma pessoa de 10 anos atrás!"

A.W. diz sensibilizada "Minha mãe sempre me avisou, mas agora é tarde demais!"

OBS: O diálogo foi alterado para preservar a identidade dos entrevistados.

Um Professor de Química. . .
Um professor de química queria ensinar aos seus alunos do Primeiro Grau, os males causados pelas bebidas alcoólicas e elaborou uma experiência; para tanto, utilizou um copo com água, outro com whisky e dois vermes.

- Agora alunos, atenção! . . . Observem os vermes - disse o professor, colocando um deles dentro da água. A criatura nadou agilmente no copo, como se estivesse feliz e brincando.

Depois, o mestre colocou o outro verme no segundo copo, contendo whisky.

O bicho se contorceu todo por alguns momentos, desesperadamente, como se estivesse louco para sair do líquido e depois afundou já inerte, como uma pedra, absolutamente morto.

Satisfeito com os resultados, o professor perguntou aos alunos:

- E então, que lição podemos aprender desta experiência?

O pequeno Joãozinho levantou a mão, pedindo para falar e sabiamente respondeu:

- Beba muito whisky e você nunca terá vermes.
Pergunta: Por que um urso branco se dissolve em água?
Resposta: Ambos são polares!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Química Pura e Aplicada!

Vídeo impressionante!!!

Mas como já dizia aquele velho ditado:

Tudo é possível... Químicamente falando!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

3ª OLIQUIM - INSCRIÇÕES ABERTAS!

click na imagem para ampliar



Festa dos Elementos Químicos!

Colaboração do nosso Professor Paulo Vaz

terça-feira, 2 de setembro de 2008

TODOS LIGADOS NO ENADE 2008

O professor Dr. Juliano Smanioto Barin, coordenador do curso de Farmácia de URI/RS e atualmente pesquisador do INMETRO, esteve na Unopar onde proferiu mini-curso para os alunos do último ano do curso de Química sobre Análise Química. O mini-curso faz parte do cronograma de atividades preparatórias para o ENADE 2008.

Está chegando a Oliquim!

NÓS CONTAMOS COM VOCÊ!
Fiquem atentos! O 3º ano de química da UNOPAR de Arapongas já está organizando a 3a Olimpíada de Química e precisamos que todos nos ajudem.
Se vocês puderem indicar uma empresa ou alguém para que possamos entrar em contato e buscar patrocínios para o evento, ajudaria muito. Pretendemos fazer desta OLIQUIM a maior de todas.


Porque a Oliquim é isso:


ESFORÇO!


RESULTADO!


RECONHECIMENTO!


CONFIANÇA!


E SATISFAÇÃO DE UM TRABALHO BEM FEITO!



HÁ, É CLARO, RECONHECIMENTO E PREMIAÇÃO GARANTIDA!!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Pesquisadores conseguem filmar um único elétron em movimento

Os elétrons deram nome à Eletrônica. E a eletrônica é a base de toda a revolução tecnológica que vivemos. E, até agora, os cientistas imaginavam ser impossível visualizar o movimento de um único elétron. Afinal, sua massa é de apenas 1 bilionésimo de bilionésimo de bilionésimo de grama.

Filmando um elétron

Mas Humphrey Maris e Wei Guo, da Universidade Brown, nos Estados Unidos, resolveram desafiar esse desânimo geral. E o resultado não poderia ser melhor. Utilizando pulsos de som de alta intensidade, os pesquisadores conseguiram filmar o movimento de um único elétron.
"Nós ficamos impressionados quando vimos um elétron se movendo ao longo da tela," conta Maris. "Mas, depois que tivemos a idéia, realizá-la foi surpreendentemente fácil."
Para fazer seu filme, os pesquisadores se valeram das pequenas bolhas que se formam ao redor dos elétrons quando eles viajam através de hélio líquido. Utilizando ondas sonoras para expandir as bolhas e uma luz estroboscópica coordenada, eles foram capazes de fazer as imagens utilizando uma filmadora digital comum.


Elétrons livres



Um elétron livre repele os átomos ao seu redor, criando um pequeno espaço - uma bolha - ao redor de si mesmo. Nos líquidos convencionais, a bolha permanece minúscula porque a tensão superficial age em oposição à força repulsiva do elétron.
Já o hélio superfluido tem uma tensão superficial muito pequena, permitindo que a bolha fique grande. As duas forças opostas se equilibram quando a bolha alcança um diâmetro de cerca de 40 angstrons - 1 angstrom equivale a 0,1 nanômetro, ou 10-10 metros. Essa é mais ou menos a dimensão de um átomo e milhares de vezes menor do que o comprimento de onda da luz visível, o que torna impossível uma filmagem direta.
Os cientistas então utilizam um transdutor planar - um alto-falante que emite ondas sonoras planas, não focalizadas - para golpear a bolha inteira com ondas sonoras. Quando cada onda atinge o bolha do elétron, ela alternadamente aumenta e diminui a pressão ao seu redor.
Quando a pressão é negativa, a bolha se expande até atingir cerca de 8 micrômetros - quase do tamanho de um grão de areia. Ela retorna ao seu tamanho original assim que é atingida pela próxima onda sonora.
Utilizando uma luz estroboscópica, sincronizada com o pulso de ondas sonoras, foi possível iluminar as bolhas em seu ponto máximo sem gerar aquecimento na câmara de hélio super-frio. Aí foi só fotografar as bolhas. Tendo coletado mais de 2.000 fotografias, os cientistas conseguiram fazer um verdadeiro filme dos elétrons se movimentando ao longo do hélio líquido.

sábado, 30 de agosto de 2008

Engenharia Química, prova final.

Pergunta feita pelo Professor, da matéria Termodinâmica, no curso de Engenharia Química sua prova final.
Este Professor é conhecido por fazer perguntas do tipo 'Por que os aviões voam?' Nos últimos exames, sua única questão nesta prova para a turma foi:
'O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique sua resposta'
Vários alunos justificaram suas opiniões baseados na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma. Um aluno, entretanto, escreveu o seguinte: 'Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas.
Agora postulemos que as almas existem; assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume. Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno?
Podemos assumir seguramente que, uma vez que certa alma entra no inferno, ela nunca mais sai de lá. Logo, não há almas saindo.
Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia.
Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno... Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, você vai para o inferno.
Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno.
A experiência mostra que poucos acatam os mandamentos.
Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno.
A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:
1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.
2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas , então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.
Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da FATEC me disse no primeiro ano: 'Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar' e, levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira.
Por isso, o inferno é exotérmico!
O aluno Thiago Faria Lima tirou o único 10 da turma.
CONCLUSÕES:
1) 'A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.' (Albert Einstein)
2) 'A imaginação é muito mais importante que o conhecimento.' (Albert Einstein)
3) 'Um raciocínio lógico leva você de A a B. Imaginação leva você a qualquer lugar que você quiser.'(Albert Einstein)

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